Blog do professor Antonio Carlos - Sobrália MG


03/07/2016


Agradecimento.

Estamos completando 6 meses da atual direção do Sind-UTE,  subsede de Governador Valadares.

Nesse período conseguimos intensificar o trabalho de base em nossa região, visitamos a grande maioria dos municípios (46) e das  escolas (141) que fazem parte da área de abrangência de nossa subsede.

Fizemos aproximadamente 300 novas filiações e participamos de todas as atividades definidas em nossas instâncias,  enfrentando a conjuntura adversa que estamos vivenciando.

Esse êxito foi obtido com o trabalho de todos nós.

Quero agradecer aos colegas de direção e aos membros do Conselho Geral pelo trabalho de base realizado em suas escolas e municípios.

O nosso reconhecimento do trabalho dos representantes que se dispuseram em ser a referência do Sind-UTE nas respectivas escolas, como também a muitos colegas que fazem trabalho de base junto a nossa categoria sem participarem formalmente de nossas instâncias. Obrigado pelo trabalho de vocês.

A cada um(a) filiado(a) o nossa agradecimento por contribuírem de diversas formas com a nossa luta. O trabalho e a participação de cada um faz o nosso sindicato mais forte e possibilita melhores condições para que nossa luta seja vitoriosa.

Um agradecimento especial às professoras Carmem Ferreira, Maria do Carmo (Caca) e Nilma de Oliveira, e aos professores Welington Ferreira e José Geraldo Rocha que contribuíram com o trabalho de base em Governador Valadares e na região, sendo muitas e cansativas viagens.

Agradeço ao professor Waender Soares pelo trabalho nos meios de divulgação do sindicato, especialmente no blog da subsede.

Ao professor Rafael Toledo, Diretor Estadual, liberado esse ano, pela dedicação integral ao Sind-UTE e às nossas causas, não medindo esforços em seu trabalho. Obrigado pela orientação à categoria, pelo trabalho de base e pela contribuição na organização da subsede.

Um dos desafios do próximo período (além de mantermos o trabalho de base) é de proporcionar maior participação de nossa base em nossas instâncias de formação e de decisão.

Juntos continuamos a nossa caminhada enfrentando essa conjuntura adversa e garantindo novas conquistas pois, “QUEM LUTA EDUCA E CONQUISTA”.

Antonio Carlos.

 

Coordenador da Subsede. 

Escrito por Antonio Carlos às 17h37
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

27/06/2016


Debate sobre Conjuntura Política e Econômica

Debate sobre Conjuntura Política e Econômica

No dia 21 de junho de 2016, eu e a professora Carmem Ferreira da Silva, participamos do debate sobre conjuntura, promovido pela CUT – Vale do Aço.

Os palestrantes foram: Beatriz Cerqueira (Coordenadora do Sind-UTE MG e Presidente da CUT/MG) e Frederico Melo, economista e assessor da CUT/MG. 

A seguir, um breve resumo da análise de conjuntura feita pelos palestrantes e pelos que usaram da palavra  durante o debate.  

Após o afastamento da presidente Dilma, o cenário político nacional acentuou  a agenda de retirada dos direitos dos trabalhadores. 

A principal justificativa para a imposição dessa agenda é a necessidade do equilíbrio das contas públicas, ou seja, combater o déficit público dos governos da união, dos estados, e dos municípios. 

No entanto, esse déficit é “balela” e é inconstitucional, uma vez que tem uma base ampla de financiamento prevista na Constituição Federal e, por outro lado, a carga tributária brasileira incide sobre os mais pobres e as “MEDIDAS” propostas não atingem a classe dos mais favorecidos nesse país. 

Outro argumento para uma reforma da previdência feita da forma que está se propondo, de forma tão drástica para os trabalhadores, sobretudo professoras(es) e trabalhadores(as) rurais, não se sustenta.  Como exemplo de que esse déficit é balela, basta comparar os GASTOS com os juros da dívida interna (8% do PIB) com os INVESTIMENTOS em Previdência Social(7,5% do PIB). 

Esse argumento, “o envelhecimento da população” é uma falácia. Se assim o fosse, ou seja, uma preocupação com os mais velhos, as reformas propostas deveriam vir acompanhadas de  uma série de políticas públicas para o setor , sobretudo a saúde e o amparo ao idoso. Nada disso está sendo pensado.  

Entende-se por seguridade social, toda política de amparo (proteção) social aos brasileiros, é, portanto,  um capítulo da Constituição Federal, a qual é composta por três aspectos: Previdência (aposentadoria e afastamentos), Assistência Social (aos deficientes e idosos)  e o Atendimento à Saúde (tratamento). 

Essas três dimensões deveriam ter políticas públicas articuladas. Portanto, a Seguridade Social não é deficitária (olhando por esses aspectos). 

Nesse cenário, agrava-se mais uma vez a situação da MULHER comparada à do homem. 

Na chamada Reforma da Previdência, propõe, entre outras mudanças, o seguinte:

* Igualar a aposentadoria entre homens e mulheres. 

* Elevar a idade mínima da aposentadoria para 65 anos. 

* Fim da aposentadoria especial dos(as) trabalhadoras rurais. 

* Fim da aposentadoria especial dos(as) professores(as). 

* O direito adquirido fica relativizado , ou seja, não pode sobrepor à constituição. 

* Redução dos valores dos benefícios , mesmo para quem ganha o salário mínimo pois este tende perder o seu valor real. 

* Dificultar o acesso aos benefícios previdenciários. 

       Considerando que a Mulher cumpre jornadas de trabalho (dupla/tripla), pois tem sobre sua responsabilidade o cuidado das crianças e dos idosos, a maternidade e etc, não podemos aceitar que essas mudanças se concretizem. 

Por outro lado, existem situações de vida diversas. Não podemos ter a mesma regra para um trabalhador que exerce suas funções em um ambiente com ar condicionado no calor, aquecedor no inverno, e outro que trabalha em uma mina, nas atividades da zona rural e em uma sala de aula com 30 a 40 alunos (para citar alguns exemplos).  Mais um motivo para usarmos todas as nossas forças para impedir que essas mudanças sejam realizadas. 

Essa diversidade (situações diversas de vida) do Brasil, dificultam regras uniformes. Precisa-se de normas diferenciadas para proteger os que trabalham e vivem em condições adversas. 

 As medidas anunciadas e algumas postas em práticas, pelo governo interino, tendem a acentuar a gravidade da concentração de renda no topo da pirâmide social, ou seja, os ricos devem ficar mais ricos. 

Além disso, as desigualdades no Brasil são de proporções gigantescas. Para se ter  uma ideia, os considerados super-ricos  (71000 famílias/ 0,05% da população ) recebem em média 4,1 milhões de reais por ano e têm uma carga tributária em torno de 7% de sua renda, isso se deve devido ao fato de que parte dessa renda é isenta de tributos como a participação nos lucros das empresas. Enquanto isso, os assalariados têm uma retenção pelo IRRF em torno de 12% de sua renda. 

Também está em curso uma reforma trabalhista que tende o barateamento da força do trabalho. Para isso, propõe uma terceirização dos serviços, inclusive das atividades fins.  Flexibilização da legislação trabalhista e revisão do conceito do trabalho escravo.  

Essas mudanças não virão carimbadas como alguns acreditam, por exemplo, o congresso não votará o fim do 13º, mas pretende fazer uma mudança na Constituição em que o combinado tem prioridade sobre o legislado, ou seja, se patrão e empregado  fizer um acordo de que esse não receberá o 13º, ele não terá esse benefício. 

Pode-se imaginar que, em uma situação, esse negociado venha ampliar o direito dos trabalhadores, mas a tendência é que os sindicatos de trabalhadores fiquem fragilizados, sem poder de negociação. Assim, a probabilidade de perca de direitos é certa no novo cenário. 

Como se vê, o golpe em curso não é um problema de Dilma, de  Lula e do PT. É um problema nosso. Essa ruptura democrática vai mexer com nossas vidas nas próximas décadas. 

Nesse momento, a mídia e o governo tentam passar para a população a ideia de uma estabilidade que não existe. 

É fato que a falência dos sistemas político e econômico, aliado a uma estratégia midiática,  habilmente construída, possibilitaram as condições para a retirada abrupta da presidenta eleita legitimamente. E cada vez fica mais claro qual é o objetivo  dessa ruptura: Barrar Políticas públicas que, minimamente, possibilitam a inclusão de setores da sociedade.  Acentuar os ganhos do capital. Alinhar Brasil, juntamente com outros países  da América Latina, com o capitalismo internacional. 

Se para nós as mudanças ocorridas nos governos Lula e Dilma são insuficientes, para a elite é inaceitável. 

Para isso é necessário acelerar a privatização das empresas públicas como Correios, Caixa Econômica Federal , Banco do Brasil e PETROBRÁS. Também de serviços essenciais para a população como Saúde (SUS) e Educação. 

O atual modelo de exploração do petróleo, destacando o pré-sal, garante a soberania  nacional à medida que é o país que define como é investido os lucros (75% para Educação e 25% para Saúde) e o ritmo da exploração. Privatizado esse setor, perdemos essa soberania. Assim, a Lava Jato cumpriu mais um de seus papeis: travar a economia e enfraquecer a imagem da PETROBRÁS. 

Nosso Piso Salarial, que ainda não recebemos, está ameaçado. 

 O que nos espera no próximo período? 

O aprofundamento da crise econômica, o aumento do desemprego, retirada de direitos e a retirada do estado de nossas vidas. 

Nós olhamos para o bem público como um direito. O empresário olha como fonte de lucro. Assim, a Previdência deve ser privatizada, a Saúde e Educação também. Isso aponta para a privatização das Universidades Públicas; do ensino profissionalizante e uma busca (para quem tiver condições) dos planos de saúde privados. 

A ideia da Escola sem partido vem corroborar com essa estratégia bem definida , ou seja,  impedir que as escolas construam, nos estudantes, um pensamento crítico diante da conjuntura que vivem.  

O que precisamos fazer?

Primeiramente não ficar isolados, sozinhos. Essas mudanças atingem a toda população brasileira. Temos que estar articulados com outros setores organizados. O problema da Educação não é só nosso, assim como os retrocessos dos trabalhadores rurais , por exemplo, não é um problema só deles. A origem de todas essas mazelas é a mesma  e deve ser combatida por todos.

Precisamos pautar, conjuntamente, estratégias de enfrentamento naquilo que nos une: a luta pela democracia e pela manutenção de nossos direitos. Também temos que conversar sobre esse assunto. Entender o que está acontecendo e usar os meios que dispomos para informar a população da gravidade dessa conjuntura. Conversar com colegas, amigos, etc. 

Não permitir  que o oba oba das eleições municipais nos afaste da preocupação e da luta para enfrentar as adversidades que tentam nos impor. 

Por outro lado, a situação está se desalinhando para os setores da sociedade que estão tomando o poder de forma ilegítima (visto no sentido que o afastamento da presidente não foi para moralizar a administração pública, mas barrar as investigações e impor uma agenda derrotada nas urnas em 4 eleições consecutivas). 

Esse desalinhamento pode criar condições para revertermos essas políticas que vêm para retirar alguns direitos arduamente conquistados. Também alguns setores da sociedade que tinham a ilusão de que a o afastamento da presidente iria melhorar a vida do povo brasileiro, que esse era legítimo (pois está previsto na constituição), estão cada vez mais convencidos de que, a ruptura em curso, foi um golpe que vem ao desencontro dos anseios da maioria do povo brasileiro. 

 Esse cenário, com qualquer  resultado que ocorrer em agosto, (volta da presidenta ou seu afastamento definitivo) aponta-nos que nossa luta será longa. 

Cabe aos sindicatos: alertar as suas bases sobre o que está em jogo e fazer o enfrentamento dessas políticas. 

Precisamos ocupar as ruas para revertermos essas  medidas e construirmos uma saída dessa crise, política-institucional, pois somente assim  é que poderemos retomar o crescimento econômico e a ampliação dos direitos dos menos favorecidos e a diminuição das desigualdades sociais de nosso país.   


 Antônio Carlos Mendes  

 Coordenador da Subsede do SindUTE/GV 

Escrito por Antonio Carlos às 22h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

03/01/2016


ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A HISTÓRIA RECENTE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A HISTÓRIA RECENTE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS.

Continuação.

O Governo atual.

 

Óbvio que uma comparação de doze anos de governo com apenas um ano de outro é desproporcional.

No entanto o atual governo causou com a viúva que cuide dos enteados.

Mesmo assim o primeiro ano foi marcado da seguinte forma.

Realização de um acordo histórico com os trabalhadores em educação. Nesse acordo prevê para todas as carreiras da educação e para ativos e aposentados:

1)      Atualização do Piso Salarial nos mesmos índices de correção do piso salarial nacional do magistério, nos próximos três anos.

2)      Pagamento de abonos salariais incorporáveis com o propósito de atingir o Piso salarial em 2017.

3)      Extinção do regime de subsídios e o vencimento inicial serão acumuláveis com vantagens.

4)       A cada cinco anos completos de efetivo exercício da carreira serão acrescidos 5% aos vencimentos, a contar a partir de 2012.

5)      Nomeação de 15 mil servidores aprovados em concurso, até dezembro de 2015 e mais 15 mil por ano até o fim do mandato.

6)      Descongelamento das carreiras.

7)      Garantia de recursos para merenda escolar dos profissionais em educação.

8)      Diretores escolares têm ampliação de 30% para 50% da parcela de remuneração do cargo.

9)      Compromisso de aposentar 1200 servidores por mês.

Governo também está propondo o retorno de jovens que abandonaram a escola, principalmente no noturno e a valorização das direções escolares.                     

Espero que este texto contribua para que possamos refletir sobre a história recente e atual da luta dos trabalhadores em educação de Minas.

 

No entanto devemos manter atentos e unidos para não permitirmos retrocessos como a escala de pagamentos e garantir novos avanços. 

Escrito por Antonio Carlos às 16h14
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A HISTÓRIA RECENTE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A HISTÓRIA RECENTE DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS.

Esse texto faz algumas comparações entre os governos Minas, comparando doze ano das administrações anteriores com um  ano da administração atual de Fernando Pimentel (PT/2015).

Os Governos anteriores compreendem;

1)      Aécio Neves da Cunha (2003 a 2010/PSDB)

2)      Antonio Augusto Anastasia  (2010 a 2014/PSDB)

3)      Alberto Pinto Coelho (2014/PP).

Obviamente não compactuo com o atraso de 5 dias (três úteis) no pagamento do funcionalismo público de Minas. No entanto não podemos esquecer a história recente de Minas para não corrermos o risco de acharmos que estamos na pior administração desse estado.

Isso sem falar na história recente e atual de estados como São Paulo, Paraná e Goiás.

Os principais itens da comparação dizem respeito a educação , pois vivo a realidade da qual escrevo.

Assim nos governos anteriores.

Em janeiro de 2003 governador Aécio Cunha suspende a tramitação do projeto de lei do plano de carreira, que já havia sido votado pela ALMG, em primeiro turno no ano de 2002. Foi a primeira grande derrota dos trabalhadores em educação de Minas.

Aqui inicia-se o desmonte da educação em Minas.

Esse desmonte proporcionou:

1) Precariedade Física das Escolas.

2) Violência em sala de aula.

3) Desvalorização dos trabalhadores em educação.

4) Perseguição ao sindicato.

5) Adoecimento físico e psicológico dos profissionais da educação.

6) Greves e descumprimentos de acordos.

7) Necessidade dos trabalhadores em educação garantir os seus direitos judicialmente.

 

Em 2004 um novo plano de carreira é votado, no entanto sem as tabelas salariais, que só viria no ano seguinte após imensa mobilização da categoria.

 

O governo inicia uma política de Teto Salarial. Ou seja, os profissionais da educação não poderiam receber além de um determinado valor (em 2008 esse valor era de R$ 850,00).

Com a aprovação da Lei do Piso Salarial o governo de Minas nega o seu pagamento e o teto salarial imposto é comparado com o Piso Nacional. O governo não reconhece que o piso integral deve ser pago na jornada de 24 hrs.

Em 2007 cria a chamada LC 100, sabendo que a efetivação criada na mesma era inconstitucional. Que mais cedo ou mais tarde os danos que a inconstitucionalidade da mesma iria causar.

O Governo chegou ao absurdo de enviar cartas aos efetivados na qual garantia que eles não precisavam prestar concurso público.

Nesses doze anos o governo não cumpriu o mínimo constitucional de 25%.

Os Governos anteriores extinguiram gratificações por tempo de serviços e congelamento da progressão na carreira. Com isso veio a imposição do subsídio.

A merenda escolar foi proibida em muitas escolas de Minas.

As aulas de Educação Física e Ensino Religioso foram retiradas dos anos iniciais. Professores foram obrigados a estenderem a jornada de trabalho.

A meritocracia tomou conta da normatização das demandas escolares. Resultados nas avaliações virou a meta das metas.

Diante de qualquer paralização ameaça de  corte do ponto.

Servidores ficaram anos ou mesmo década esperando publicação de aposentadorias.

As direções de escolas foram fragilizadas com o respectivo empedramento das SREs, sobretudo o serviço de inspeção escolar. Consequentemente a autonomia escolar diminuiu.

No IPSEMG tivemos a extinção do FUNPEMG com o direcionamento de seus recursos para o tesouro do estado, criação da coparticipação e mesmo assim não houve melhoria no atendimento.

Em fim os governos anteriores deixaram Minas quebrado com uma dívida de R$ 80.000.000,00.

 

 

Escrito por Antonio Carlos às 16h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

30/11/2015


Fórum Técnico: 103 anos do Ipsemg reorganização e Valorização.

Fórum Técnico: 103 anos do Ipsemg reorganização e Valorização.

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou nos dias 26 e 27 de novembro o fórum técnico em comemoração aos 103 anos do Ipsemg, debatendo a sua reorganização e valorização.

O fórum foi presidido pelo deputado Rogério Correa (PT), autor do requerimento, e contou com a participação de representantes dos servidores de todo estado. O Sind-UTE MG se fez representar por cerca de 150 delegados (maior representação). Representaram a Subsede de Governador Valadares os professores Rafael Toledo (GV), Nilma (GV), Neacir (Aimorés) e Antonio Carlos (Sobrália).

Durante os governos de Aécio Cunha Neves (PSDB) e Antônio Anastasia (PSDB) o instituto passou por intenso processo de precarização e desestruturação, com apropriação indevida de seus bens e de seu patrimônio pelo governo de Minas. São exemplos desse processo a extinção do FUPEMG (3,6 bilhões de reais), a venda de seu patrimônio (hotel de Araxá, Prédios da Praça Sete e do Edifício sede) e de R$ 250 .000, 00 da Coparticipação.

O fórum apontou a necessidade de resgatar o Ipsemg como patrimônio dos servidores públicos de Minas, sendo administrados por seus representantes, eleitos diretamente por seus segurados.

No final foi aprovado um documento que será entregue ao governo propondo alternativas, ações e políticas públicas que vão ao encontro da reestruturação do Instituto nos eixos de Previdência, Assistência à saúde e Gestão Democrática. (Esse Documento estará disponível no site da ALMG). Também foi eleita uma comissão para o acompanhamento da implantação dessas propostas.

A defesa do Ipsemg é uma marca de nossa luta. Felizmente conseguimos que no governo passado ele não fosse privatizado. Os desafios de hoje é a restruturação do mesmo. Pois como dissemos durante nossa trajetória de luta: “O Ipsemg é nosso”. 

Escrito por Antonio Carlos às 16h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

01/11/2015


É necessário comparar.

É necessário comparar.

Vez ou outra sou acusado de apoio irrestrito, irracional, acrítico e doentio ao PT e aos governos Lula e Dilma. Que concordo e ajudo construir esse partido que é uma das ferramentas da emancipação do povo brasileiro é óbvio. Se assim não fosse não seria presidente de um de seus diretórios municipais.

Outro dia vi um adesivo em um carro, que dizia mais ou menos assim: “Não tenho culpa, o outro candidato era o Aécio”. Provavelmente em resposta a outro adesivo que dizia: “Não tenho culpa. Eu não votei na Dilma”.

Quem idealizou o primeiro adesivo, provavelmente não é um petista doentio, mas um conhecedor de quem é Aécio e do que o PSDB e seus satélites representam para o Brasil: retrocesso.

Imaginem o cara que é o pior senador da república (segundo Veja), que implantou,  juntamente com seu  apadrinhado,  o neoliberalismo sem pudor em Minas Gerais, que criou a Minas da fantasia, os imbróglios do déficit zero e do choque de gestão, que deixou em Minas uma dívida pública de 70,3 bilhões de reais, que tratou o funcionalismo como seres sub-humanos negando lhes o diálogo, que colocou a insegurança em Minas entre as maiores do Brasil,  deixou um calote de 730 milhões na saúde 8 bilhões na educação, fez uma obra bilionária que é a cidade administrativa e até hoje não vi em que essa obra melhorou a vida dos mineiros, esqueceu o campo, principalmente a agricultura familiar, desmontou a cultura e terceirou serviços como os da CEMIG. Imaginem o Brasil sendo governado por essa gente.

Olhem que não falei em aeroporto do tio, helicóptero do amigo, obra superfaturada do Mineirão, viagens em avião do governo ao Rio de Janeiro, etc.

Por isso, o Brasil escolheu Dilma de novo. E Minas ajudou nessa escolha. Por um motivo simples: em 12 anos Minas aprendeu quem é Aécio e quem são seus parceiros. Apesar de 12 anos de propaganda enganosa.

O Brasil escolheu Dilma também porque reconhece os avanços dos governos Lula e Dilma. Embora tenha sido montado de 2011 a 2014 um circo para desestabilizar o governo e derrotar o tímido projeto de emancipação do povo brasileiro realizados pelos governos do PT.

Para infelicidade do povo brasileiro, temos um ano que estamos no enésimo turno da campanha eleitoral. Com isso a crise política instalada no país impede que superemos com mais agilidade as dificuldades momentâneas pelas quais passamos.

Soma-se a isso um congresso conservador, reacionário e irresponsável que saiu das urnas de 2014, capaz de impor ao país uma pauta bomba, somente para inviabilizar o sucesso do segundo mandato de Dilma e pavimentar a volta da direita ao poder em 2018.

Enquanto tudo isso acontecendo ainda encontramos gente que culpam Dilma por todas as mazelas que estamos atravessando.

Mas todas as vezes que vejo um ex-aluno matriculando em uma Universidade Federal vejo o quanto valeu e vale a pena ter ajudado nesses quase 30 anos de militância construir o PT e conquistar os governos Lula e Dilma. Pois se não fossem esses governos o ensino superior no Brasil estava hoje privatizado.

 

Esse foi apenas um exemplo. Podemos citar centenas de outros que mostram que apesar de tudo que fazem contra  a vida dos brasileiros continua melhorando.  

Escrito por Antonio Carlos às 12h21
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

15/08/2015


 
 

E. E. JOSÉ SEVERINO REALIZA PREMIAÇÃO DA OBMEP E DA OSMINI.

 

E. E. JOSÉ SEVERINO REALIZA PREMIAÇÃO DA OBMEP E DA OSMINI.

A Escola Estadual José Severino, Sobrália MG, promoveu nessa sexta-feira (14/08/2015) a premiação dos(as)  alunos(as) medalhistas na 10ª Olimpíada de Matemática das Escolas Públicas e (OBMEP) e na 3ª Olimpíada Sobraliense de Matemática dos Anos Iniciais (OSMINI).

Sobrália tem se destacado a nível regional na OBMEP. Nas 10 edições realizadas a E. E. José Severino  obteve 127 prêmios sendo 1 medalha de ouro, 4 de pratas, 14 de bronze e 108 menções honrosas.

Destaca-se também que a Escola José Severino obteve premiação em todas as edições da OBMEP  (nas últimas seis edições a escola teve medalhistas).

 O professor Antonio Carlos destacou o resultado como fruto do trabalho dos professores, de todos conteúdos e dos anos iniciais e o apoio dos demais funcionários da escola, principalmente os ASBs.

O Coordenador Regional, Carlos Torrente, que esteve presente em todas as premiações da OBMEP em Sobrália ressaltou em que sempre cita o sucesso de Sobrália em todas as solenidades que participa e que esse só é possível graças ao trabalho realisado na escola e o apoio da direção escolar.

Em 2014 os alunos premiados na OBMEP foram:

Nível 1: 

MARIA PAULA GOMES MENDES – Medalha de Bronze.

GABRIELA PEREIRA DE OLIVEIRA – menção honrosa.

JEAN CARLOS DE OLIVEIRA GONZAGA menção honrosa

Nível 2: 

MARCOS PAULO FERREIRA DA CRUZ – Medalha de Bronze.

ELIAQUIM ASSIS TORRES DE AGUIAR - menção honrosa

FILIPE BATISTA CAZASSA - menção honrosa

JOSE VITOR SILVEIRA RAMOS - menção honrosa

Nível 3: 

ALLEF JANDER GOMES DA CUNHA – Medalha de Prata.

MARIANE NUNES MENDES – Medalha de Bronze.

SALOMAO GELSON PIRES LACERDA – Medalha de Bronze.

DAIANE NUNES DE LIMA - menção honrosa

FILIPE PIRES MAIMONE - menção honrosa

IRANITO JUNIOR SOUZA LIMA - menção honrosa

MATEUS  DAMASCENA LOUZADA - menção honrosa

PEDRO DE SOUZA MARINHO - menção honrosa

SIMAO CUNHA LACERDA ­-  menção honrosa

WANDERSON GEOVANE C PEREIRA - menção honrosa

 

Também foram premiados com menção honrosa os alunos da E. M. Osvaldo Ferreira Campos.

MARCELO HENRICK FERNANDES ANDRADE – Nível 1.

JOAO ANTONIO DE ANDRADE OLIVEIRA – Nível 2.

 

Parabéns a todos aos alunos premiados e todos os funcionários que contribuíram para esse sucesso. 

 

Categoria: eventos de Sobrália
Escrito por Antonio Carlos às 22h43
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

20/07/2015


UNICIDADE DA CATEGORIA: PRINCÍPIO DO SINDUTE.

 

Enquanto alguns preocupam em dividir a categoria, a grande maioria dos trabalhadores em educação de Minas Gerais constrói um sindicato forte, que presa por seus princípios; resiste aos desmandos de diversos governos; impede retrocessos e conquista para toda sua base a merecida valorização profissional.

 

O SIND-UTE MG sempre pautou sua prática dentro dos princípios definidos pela categoria.  Desde sua fundação, os trabalhadores em educação abraçaram a mesma causa: Luta incansável pela valorização profissional e por uma escola pública de qualidade.

 

Entre os princípios da conduta do sindicato, destacam-se: o cuidado pela democracia interna; a unicidade da categoria; a paridade entre ativos e aposentados; a autonomia em relação a partidos e governos e a construção de um sindicato cidadão que se posiciona diante das questões que afetam a vida de toda população, pautando pela defesa dos direitos de todos trabalhadores.

 

Frequentemente aparecem segmentos da sociedade como: setores de governo, de imprensa e mesmo pessoas de nossa categoria que tentam nos colocar uns contra os outros.

 

Durante a última década, os trabalhadores da LC 100 foram jogados contra o sindicato. A postura coerente do SINDUTE de não participar da enganação dos trabalhadores em educação, considerados “efetivados,” e a cobrança  por uma solução rápida e definitiva das demandas existentes em 2007, foram usadas pelos que querem nos dividir para criar uma imagem de que a instituição não defendia essa parte de sua base.

 

Durante essas quatro décadas procuraram criar uma imagem de que o sindicato defende apenas os professores.

 

Recentemente foram os critérios para a eleição de direção das escolas. Antes da definição dos mesmos, circulava em redes sociais que o SINDUTE defenderia uma ou outra posição. Coerente com sua história e sua prática, a instituição que representa os trabalhadores em educação da rede estadual realizou plenárias regionais e uma assembleia estadual para definição dos critérios que seriam encaminhados ao governo.

 

Por último, tomamos conhecimento de que se constrói na categoria uma imagem de que, para o SINDUTE, os trabalhadores das SREs não têm a mesma prioridade que os trabalhadores das escolas. Nada mais falso e mentiroso.

 

A postura da direção do sindicato, seja da sede ou da subsede, demonstra o contrário. As negociações de 2015 também. O acordo só foi realizado com o governo após contemplar TODOS os trabalhadores da rede estadual de ensino, ativos e aposentados, efetivos ou designados, das escolas, das SREs ou do órgão central.  Por isso o acordo é considerado histórico. Em MINAS, os reajustes do Piso Salarial Profissional serão para toda categoria.

 

A direção da subsede de Governador Valadares sempre contribuiu pela unicidade da nossa categoria. Qualquer afirmação contrária a essa postura também é falsa, mentirosa e maliciosa.

 

 

Enquanto alguns preocupam em dividir a categoria, a grande maioria dos trabalhadores em educação de Minas Gerais constrói um sindicato forte, que presa por seus princípios; resiste aos desmandos de diversos governos; impede retrocessos e conquista para toda sua base a merecida valorização profissional. 

Escrito por Antonio Carlos às 23h57
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

06/07/2015


Assembleia debate processo de escolha de diretores.

Assembleia debate processo de escolha de diretores.

As eleições para a direção das escolas estaduais é uma conquista da luta dos trabalhadores em educação desse estado.

A Subsede do SINDUTE de Governador Valadares, MG, realizou nesta sexta-feira (três de julho) uma assembleia para debater o processo de escolha dos diretores das escolas estaduais de Minas Gerais.

O Professor Rafael Toledo, diretor estadual, apresentou as conquistas que a categoria obteve no processo recente de negociação com o governo de Minas e o Professor Antônio Carlos, diretor da subsede de Governador Valadares, fez um breve resumo da história do processo de escolha de diretores em Minas Gerais e da conjuntura educacional mineira, destacando que, as eleições para a direção das escolas estaduais é uma conquista da luta dos trabalhadores em educação desse estado.

A direção regional do sindicato esclareceu sobre o processo que o sindicato sempre faz em relação as decisões importantes da categoria. Nesse momento, está sendo realizadas assembleias em todas as subsedes que apresentarão suas propostas ao conselho geral e o mesmo decidirá sobre a posição oficial do sindicato e as apresentarão ao governo de Minas.

A categoria realizou um rico debate com apresentação de propostas. As propostas de consenso foram votadas em blocos e aprovadas pela maioria, como a determinação do tempo de mandato e a definição de regras objetivas para o processo de escolha.

 

As propostas, que não houve acordo, foram votadas separadas. Entre essas, destaca-se uma única reeleição dos(as) gestores(as) escolares, permitindo o direito dos atuais participarem do próximo processo. Todas propostas aprovadas serão apresentadas no conselho geral do dia 11 de julho de 2015.

Escrito por Antonio Carlos às 23h13
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

28/06/2015


DENÚNCIA FEITA AO MP SOBRE SALAS SUPERLOTADAS.

DENÚNCIA FEITA AO MP SOBRE SALAS SUPERLOTADAS.

Como a Lei estadual é hierarquicamente superior a qualquer resolução do executivo estadual temos que continuar exigindo o cumprimento da mesma.

Os diretores do SINDUTE subsede de Governador Valadares Antonio Carlos e Rafael Toledo juntamente com a professora Lídice Pimenta compareceram (quarta-feira, 23/06) a uma audiência na promotoria da Infância e da Adolescência (comarca de Governador Valadares) atendendo uma convocação do Ministério Público.

Em fevereiro de 2014 o SINDUTE subsede de Governador Valadares denunciou a superlotação de alunos em sala de aula e o desrespeito à lei estadual 16056 de 2006 (http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/banco_objetos_crv/%7B103FA0DB-B47A-4E66-A719-402B21F94D5B%7D_lei%2016056%202006.pdf) que estabelece o número máximo de alunos em sala de aula.

Na audiência o MP informou sobre o andamento da denúncia e os esclarecimentos feita pela SRE que sustenta o cumprimento da legislação, sobretudo a resolução 2471/2015 sendo que a ação se limitou aos casos concretos das escolas que foram citadas na inicial da denúncia.

Como a Lei estadual é hierarquicamente superior a qualquer resolução do executivo estadual temos que continuar exigindo o cumprimento da mesma.

As denúncias devem ser feitas ao Ministério Público de cada comarca. No entanto é aconselhável que antes da denuncia ser realisada seja feito um pedido formal à escola para o desdobramento das turmas. Esse pedido e essa denuncia podem ser feito por qualquer cidadão da comunidade escolar, preferencialmente responsáveis por alunos.

 

                Havendo necessidade de encaminhar novas denuncias ao MP sobre essa atitude do estado que fere o direito básico do aluno de aprender, a subsede de Governador Valadares continua à disposição para acompanhar as escolas nesses processos.

Escrito por Antonio Carlos às 22h39
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

21/06/2015


PROCESSO DE ESCOLHA DOS DIRETORES DE ESCOLA.

PROCESSO DE ESCOLHA DOS DIRETORES DE ESCOLA.

Sobrália é uma cidade da SRE de Governador Valadares e próxima de cidades da SRE de Caratinga e Coronel Fabriciano. Tenho amigos e contatos nessas e em outras SREs, alguns diretores de escola.

Percebo que está surgindo um movimento de queimação do SINDUTE semelhante ao que ocorreu com os colegas da LC 100.

Governo, funcionários de escolas (professores ou não) e dirigentes escolares (das escolas e das SREs) repetiram que o SINDUTE era contra os colegas da LC 100 que essa mentira desvairada tornou-se senso comum em muitos colegas que ficaram durante 7 anos  na situação de efetivados.

Agora a questão é que o SINDUTE é contra a reeleição dos atuais diretores. Ouvi rumores de abaixo assinados sendo feitos contra essa “posição” do sindicato. Estratégia para jogar parte da categoria contra a entidade que nos representa e no momento comandou uma campanha salarial vitoriosa.

O SINDUTE não se posicionou sobre os critérios para a escolha dos dirigentes escolares. Quando fizer será de forma democrática e transparente como sempre aconteceu em nossos 36 anos de luta e amplamente divulgado nos espaços do sindicato.

O calendário de luta aprovado em nossa última assembleia prevê o seguinte:

17/06 a 10/7 – Reuniões e Assembleias Regionais das Subsedes do Sind-UTE/MG para discussão sobre regras para o edital de eleições para direção de escola.

11/07 – Conselho Geral do Sind-UTE/MG para avaliar a negociação com a Secretaria de Educação e VOTAR  as propostas para o edital de eleição de direção.

 

            Portanto não procede tal informação.

            Particularmente defendo que o processo seja o mais democrático possível e que não restrinja a participação de quem deseja contribuir na direção da escola para o desenvolvimento do ensino em sua comunidade.

            Antonio Carlos Mendes.

            Diretor do SINDUTE – Subsede Governador Valadares.

 

 

Obs: Se quiserem podem divulgar esse texto nas redes sociais que participam. 

Escrito por Antonio Carlos às 18h27
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

23/05/2015


 
 

senta direito

Chiquinho estava muito excitado à frente da professora.
Toda hora parava de copiar, o lápis caía de sua mão, ele baixava para pegá-lo, depois sentava-se na beiradinha da carteira como se fosse cair, olhava para baixo e pra frente, fechava os olhos e quase desmaiava. A professora não se conteve:
- Chiquinho, sente-se direito.
Ele ficou revoltado:
- Senta direito a senhora!

Categoria: humor em sala de aula.
Escrito por Antonio Carlos às 23h00
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

24/09/2014


ELEIÇÕES – A RESPONSABILIDADE DA ESCOLHA.

ELEIÇÕES – A RESPONSABILIDADE DA ESCOLHA.

 

As eleições de outubro estão próximas e as campanhas tomam conta de 

 

nossas ruas e de nosso cotidiano. Por outro lado há por parte significativa da 

 

população brasileira uma apatia considerável em relação à política, sobretudo 

 

entre os mais jovens.

 

 Devido a essa apatia alguns eleitores usam critérios de escolha que 

 

podem não ser os mais convenientes, como beleza ou os que estão melhores 

 

nas pesquisas eleitorais.

 

 Outra dificuldade que temos na escolha dos candidatos é o discurso 

 

de cada um, que muito se assemelha com os de seus oponentes, o que 

 

demonstra que para não perder votos esses candidatos escondem muitas de 

 

suas intenções.

 

 O que fazer diante dessa realidade? Uma alternativa é a busca da 

 

informação, principalmente uma informação qualificada. Essa busca deve ser 

 

constante durante os quatro anos que antecedem uma campanha eleitoral, pois 

 

essa faz parte da política e não é a política em si. Mas ainda há tempo para o 

 

eleitor adquirir essas informações e realizar uma melhor escolha.

 

 Outra alternativa é comparar o discurso de um candidato com sua 

 

prática. Por exemplo, o candidato Aécio Neves propaga que Minas tem a 

 

melhor educação do Brasil, por outro lado o SINDUTE MG e parte significativa 

 

dos educadores mineiros denunciam que a realidade das escolas não são as 

 

mesmas das propagandas oficiais do governo mineiro.

 

 Outro exemplo é o discurso da candidata Dilma Rousseff 

 

que anuncia a ampliação das Universidades Federais, e programas 

 

como PROUNI, PRONATEC e FIES que possibilita o acesso dos mais pobres 

 

a um curso superior, inclusive com a slogan o "filho do pobre pode ser doutor". 

 

Esse discurso é real? Somos testemunhas de que esses programas são reais 

 

ou apenas marketing de governo?

 

 Precisamos analisar também se esse discurso é objetivo e menos 

 

genérico, se um candidato quer agradar a todo mundo, é um bom motivo 

 

para não votarmos no mesmo, pois com certeza seu governo escolherá quais 

 

setores da sociedade irá priorizar.

 

 Com relação aos candidatos que ainda não ocuparam cargos essa 

 

comparação é mais difícil, mesmo assim podemos analisar quais são os 

 

apoios que cada candidato tem e as bandeiras que seu partido defende. Essas 

 

informações são indícios fortes de como será o seu futuro governo.

 

 Também temos que refletir se para ser candidato e obter apoio o 

 

postulante a um mandato fizeram concessões de princípios que antes defendia. 

 

Se isso está ocorrendo é um bom motivo para não votarmos nesse candidato.

 

 Um passo importante para aperfeiçoamento de nossa democracia 

 

ocorrerá com uma reforma política feita por uma constituinte soberana e 

 

exclusiva, conforme defendem movimentos sociais importantes de nosso país.

 

 A defesa dessa reforma, considerada a maior de todas as reformas 

 

que o país precisa, é um excelente critério para decidirmos quem receberá 

 

o nosso voto. Os candidatos que não apoiam essa iniciativa não merecem a 

 

confiança do povo, pois não querem que o país faça mudanças estruturais que 

 

beneficiem a maioria de nosso povo.

 

Antonio Carlos Mendes.

 

Trabalhador em educação.

Escrito por Antonio Carlos às 21h22
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

30/11/2012


SOBRÁLIA CONQUISTA MEDALHAS E PRÊMIOS NA 8ª OBMEP

Desde a primeira edição da OBMEP Sobrália tem se destacado a nível regional, conquistando medalhas e menções honrosas. Neste período foi conquistada uma medalha de prata, SETE medalhas de bronze e dezenas de diplomas de menção honrosa. 

Parabéns a todos os premiados por mais estas conquistas.

Antonio Carlo

PREMIADOS – MEDALHA DE BRONZE: OBMEP 2012-11-30

 

RENATO FARIA CARVALHO DE OLIVEIRA EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Bronze

 

JEFFANNY LORRANY MARY DE LIMA EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Bronze

 

Premiados – Menção Honrosa  OBMEP 2012

 

 

Nível 1

 

 

- 70º -ELIAQUIM ASSIS TORRES DE AGUIAR EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

824º - JOAO VITOR BATISTA DE PAIVA EM OSVALDO FERREIRA CAMPOS M SOBRALIA MG Sim

 

2150º - FILIPE BATISTA CAZASSA EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

2511º - JOSE VITOR SILVEIRA RAMOS EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

 

Nível 2

 

 

 

7º - LUCAS GOMES DA SILVA EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

43º - RAPHAELA CONTIM TEIXEIRA DA SILVA EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

63º - SIMAO CUNHA LACERDA EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

1624º - HIAGO BATISTA MARCAL COELHO EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

Nível 3

 

 

 

 858º  - MARIANE NUNES MENDES EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

1125º - SALOMAO GELSON PIRES LACERDA EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

1331º - JOVELINO DOS SANTOS CONTIN JUNIOR EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

2576º - ANA LAURA DE OLIVEIRA GONZAGA EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

2576º - RONALD ANTUNES PEREIRA JUNIOR EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim

 

2754º - ALLEF JANDER GOMES DA CUNHA EE JOSE SEVERINO E SOBRALIA MG Sim


Escrito por Antonio Carlos às 12h54
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]

13/02/2012


 
 

SOBRÁLIA CONQUISTA MEDALHA E PRÊMIOS NA 7ª OBMEP

 

PELO 3º ANO CONSECUTIVO SOBRÁLIA CONQUISTA MEDALHAS NA OBMEP (OLIMPÍADA BRASILEIRA MATEMÁTICA DAS ESCOLALAS PÚBLICAS).

 

Desde a primeira edição da OBMEP Sobrália tem se destacado a nível regional, conquistando medalhas e menções honrosas. Neste período foi conquistada uma medalha de prata, cinco medalhas de bronze e dezenas de diplomas de menção honrosa. O aluno Salomão Celson Pires Lacerda conquistou a premiação pela 2ª vez (2009 e 2011).

Parabéns a todos os premiados por mais estas conquistas.

Antonio Carlos.

 

CONTEMPLADO COM MEDALHA DE BRONZE.

 

NÍVEL 2.

SALOMAO CELSON PIRES LACERDA

EE JOSE SEVERINO

E

SOBRALIA

MG

Bronz

 

CONTEMPLADOS COM MENÇÃO HONROSA:

 

NÍVEL 1.

JOÃO VITOR BATISTA PAIVA EM OSVALDO FERREIRA CAMPOS.

CLASSIFICAÇÃO EM MINAS GERAIS:                                                               1381º

 

NÍVEL 2:

ALLEF JANDER GOMES DA SILVA.

CLASSIFICAÇÃO EM MINAS GERAIS:                                                               268º

MARIANE NUNES MENDES.

CLASSIFICAÇÃO EM MINAS GERAIS:                                                               268º

RENATO FARIA CARVALHO DE OLIVEIRA

CLASSIFICAÇÃO EM MINAS GERAIS:                                                               268º


FILIPE PIRES MAIMONE

EM MINAS GERAIS:                                                               715º


SIMÃO CUNHA LACERDA

CLASSIFICAÇÃO EM MINAS GERAIS:                                                               1199º


RANANDA LAUREN GONZAGA

CLASSIFICAÇÃO EM MINAS GERAIS:                                                               1651 º

 

NÍVEL 3.

 

HELLEN GILMARA RODRIGUES ANDRADE

CLASSIFICAÇÃO EM MINAS GERAIS:                                                               611º

 

Categoria: eventos de Sobrália
Escrito por Antonio Carlos às 21h03
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]



Perfil



Meu perfil
BRASIL, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, Catalan, Livros, Música
Outro -

Histórico